Copel registrou Ebitda Recorrente de R$ 1.754,6 milhões no 1T26, um crescimento de 16,7% frente aos R$ 1.503,2 milhões registrados no 1T25

Esse resultado reflete a capacidade da Companhia de gerar valor de forma consistente, apoiada na solidez de seus ativos e na execução eficiente de sua estratégia operacional e comercial

De forma aproximada, a Copel GeT e a Copel COM, conjuntamente, responderam por 57,2% desse resultado, enquanto a Copel DIS representou a parcela remanescente.

Destacam-se no 1T26:

  1. o crescimento do Ebitda da Copel GeT de 30,7% (+R$ 240,6 milhões) em relação ao 1T25, totalizando R$ 1.023,7 milhões, resultado dos seguintes fatores: i. acréscimo na receita de suprimento da CCEE, decorrente, principalmente, dos efeitos positivos nas transações realizadas no Mercado de Curto Prazo (MCP), em especial a modulação do portfólio de geração hidrelétrica, diante do comportamento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) do submercado Sul no período; ii. o incremento na receita de suprimento com Contratos Bilaterais, pelos maiores volume e preço de energia vendida, respectivamente +11,7% e +7,5%, entre os períodos; e iii. aumento na receita por disponibilidade de rede elétrica explicado, majoritariamente, pela incorporação da Transmissora Mata de Santa Genebra S.A. (MSG) e aumento médio de 2,2% na RAP das transmissoras com participação 100% da Copel GeT para o ciclo 2025/2026, ex-MSG. Esse resultado foi parcialmente compensado pelo aumento da energia elétrica adquirida para revenda, decorrente da combinação de um menor GSF — que recuou de 107,7% no 1T25 para 92,0% no 1T26 — e do maior nível de curtailment, que avançou de 8,8% para 20,7% no mesmo período, impactando, também no aumento do desvio de geração dos empreendimentos eólicos.
     
  2. o aumento do Ebitda da Copel DIS em 10,0% (+R$ 69,4 milhões) em relação ao 1T25, resultado, principalmente: i. do crescimento do mercado fio faturado de 2,1%, refletindo a maior atividade econômica na área de concessão e o crescimento da base de clientes ao longo do período e ii. do Reajuste Tarifário Anual – RTA de junho de 2025, com efeito médio de 1,3% na parcela B.
     
  3. o aumento de R$ 8,0 milhões no Ebitda da Elejor em relação ao 1T25, impulsionado pelo maior volume de energia comercializada em contratos bilaterais no período e pelo acréscimo no preço médio de venda.

A versão completa desse relatório está disponível no site da Companhia: ri.copel.com

Teleconferência: 06/05/2026 – Quarta-feira

Português: 10h00 – Horário de Brasília

Será transmitida via internet
(Tradução simultânea em inglês)

Transmissão ao vivo no site ri.copel.com

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